O cenário econômico brasileiro é desafiador e competitivo. Diante dessa realidade, o empresariado deve rever as prioridades de investimento e valorizar cada vez mais a importância da automação e da robótica, que contribuem para o aumento da produtividade e o consequente sucesso dos negócios.

Uma indústria que dispõe de instrumentos tecnológicos mais avançados, certamente terá um ambiente mais produtivo. A indústria 4.0 é o mais recente avanço da revolução industrial, e por meio dela é possível repensar as maneiras mais estratégicas de atender as demandas do mercado.

Com o consumo ainda desaquecido, juros elevados, inflação resistente e o aumento dos custos para os empresários, as estratégias devem ser revistas, principalmente no que diz respeito às soluções tecnológicas. Apostar na eficiência das operações produtivas é a principal alternativa para driblar esses desafios.

E a preferência pelo investimento em busca de maior produtividade não deve ser apenas uma tendência temporária frente a esse cenário desfavorável, mas uma nova percepção do empresariado brasileiro de que os países tecnicamente mais desenvolvidos investem em robôs e máquinas que viabilizam o alcance de metas produtivas. Há uma relação direta entre automação e produtividade e esse caminho deve ser perseguido.

Veja então os benefícios que a automação e a robótica podem trazer para indústria. São hardwares e softwares capazes de gerar melhor desempenho global para organização.

Aumento da produtividade

Uma vez que a indústria recorre a robôs, ela certamente ganhará eficiência no processo produtivo. Um estudo divulgado pela multinacional Boston Consulting Group revela que a evolução dos robôs industriais vai permitir até 2025 aumentar em 30% a produção industrial, além de baixar os cursos em 16%. A pesquisa prevê ainda que o investimento em robôs industriais vai crescer significativamente ao longo da próxima década.

Ainda segundo a Boston Consulting, os maiores ganhos da relação automação e produtividade serão em países como a Alemanha, Coreia do Sul, China, Estados Unidos e Japão. Desde 2006, o governo alemão tem prosseguido a “High-Tech Strategy”, um plano para manter a forte posição competitiva através da inovação tecnológica, incluindo automação industrial e robótica. Em 2011, o termo indústria 4.0 foi usado pela primeira vez na Feira de Hannover para descrever o efeito da robótica sobre a sociedade. A indústria 4.0 tem um forte apoio da academia, indústria e do governo alemão.

Na China, o plano da indústria 4.0 é o “Made in China 2025”. A ideia é usar a tecnologia avançada de computação, a internet e os grandes dados analíticos para transformar a manufatura. A China planeja se concentrar em inovações em robótica, sistemas de controle, componentes sensores inteligentes e plataformas em nuvem, bem como aspectos centrais de software industrial. O governo espera avanços na utilização de dados industriais, o que efetivamente realiza a transição da inteligência de fabricação para uma indústria colaborativa e inteligente.

Um dos benefícios mais significativos atingidos pela automação industrial é o aumento da produtividade. Do ponto de vista técnico, a automação industrial incorpora serviços digitais para fins de produção, de forma que os componentes dos produtos e os estoques possam se regularizar por meio do compartilhamento de dados.

A automação viabiliza processos de produção descentralizados, transformando a produção convencional, agregando técnica, eficiência e agilidade aos processos. A automação permite ainda a fabricação de produtos personalizados e de alta qualidade, devido a troca de informações entre todos os departamentos de uma empresa.

Sendo assim, a automatizar é adotar técnicas, ferramentas tecnológicas e equipamentos na indústria, com o intuito de aumentar a eficiência, maximizando a produção e o tempo gasto para tal. É importante destacar que a automação visa, principalmente, a produtividade, qualidade e segurança em um processo e que a robótica é hoje a parte mais visível da automação, um ramo tecnológico que engloba robôs e computação, ou seja, sistemas controlados por circuitos integrados e compostos por partes mecânicas automáticas.

robô Delta é um exemplo dessa realidade. Ele permite o alcance de ciclos de produção mais rápidos e consistentes e é um equipamento de robótica industrial que consiste na aplicação do pick and place, ou seja, uma máquina capaz de pegar um objeto em um lugar e transferi-lo para outro espaço.

O robô é capaz de atender qualquer nicho industrial, que tenha a necessidade de produzir um alto volume de peças e produtos — de 50 gramas até 1 quilo — em até 150 ciclos por minuto.

O Delta realiza ainda a diferenciação e seleção de produtos por meio de um sistema automatizado de visão e de atuar tanto no meio quanto do fim da linha produtiva. Ele capta produtos que passam pelas esteiras, colocando-os nas respectivas embalagens — meio do processo — ou atua no final da linha de produção, nas etapas de embalamento — término do procedimento. O Delta contribui para o sucesso da relação da automação e produtividade, já que trabalha de forma ininterrupta, 24 horas por dia, 365 dias por ano — com exceção das horas de manutenção preventiva.

Maior eficiência dos níveis de produção

A automação dos processos produtivos também permite a verificação de forma mais estratégica das demandas do mercado, para que a produtividade e a produção sejam alinhadas a essa realidade. O uso intensivo de automação e a troca de dados em ambientes de manufatura, englobando sistemas cibernéticos, Internet das Coisas e computação em nuvem, entre outros avanços tecnológicos, torna a operação nas fábricas “mais inteligentes”, nas quais é possível adaptar mais facilmente produtos para clientes específicos.

Um robô como o Delta possibilita não apenas o aumento da produtividade, como também a maior eficiência dos níveis de produção. Uma máquina de aplicação pick and place produz infinitamente mais do que um processo conduzido apenas por pessoas.

Vale destacar ainda que a robotização gera um processo produtivo homogêneo. Enquanto a fabricação realizada apenas por pessoas pode gerar a variação da qualidade dos produtos e possíveis falhas, um robô fará de uma só vez uma enorme quantidade de produtos com o mesmo padrão, principalmente porque o sistema inteligente da indústria 4.0 é caracterizado pela integração das máquinas, o que contribui para antever obstáculos e contornar desafios.

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Maior segurança para os funcionários

A robótica também deixa os processos produtivos mais seguros, isso porque os robôs operam com movimentos pré-programados e podem reduzir o contato humano com  máquinas e componentes produtivos. A repetitividade de tarefas e movimentos realizados pelo homem sem a ajuda das máquinas pode gerar acidentes. Um sistema operado por um computador permite ainda maior controle das operações e reduz as chances desses riscos.

A interação de um operador no processo de pick and place pode gerar riscos físicos e químicos. Dependendo do produto, o funcionário que irá manuseá-lo pode ser contaminado, ou mesmo contaminar o produto. Além disso, a repetição de tarefas pode causar danos à saúde do funcionário.

Vale lembrar que qualquer sistema de automação industrial deve ter a premissa da segurança. O Brasil tem a norma regulamentadora (NR-12), que obriga fabricantes de máquinas a obedecerem rigorosamente as práticas de segurança, com o objetivo de reduzir acidentes.

Mais precisão, qualidade e velocidade nos processos

Robôs como o Delta são indicados para processos que exigem maior velocidade, padronização e precisão. As funcionalidades de visualização e inspeção — sensores e processadores — ajudam a localizar os produtos e a realizar conferências de que o processo foi bem-sucedido. A aplicação pick and place é dotada de instruções para executar a atividade com o máximo de precisão, por meio de tarefas repetidas.

Outra funcionalidade importante do robô é a comunicação na nuvem. O software que o controla e gerencia permite o registro das informações de todo o processo produtivo, que são disponibilizadas em tempo real para todos os envolvidos na indústria. Estes dados permitem uma avaliação em real time do processo produtivo, permitindo correções ágeis, se necessárias, ou adaptações de acordo com novas demandas do mercado.

Redução de custos

Em um momento de instabilidade econômica, a automação da indústria se faz ainda mais importante, já que ajuda a reduzir custos a curto e médio prazo, pelo aumento de produtividade e eficiência na produção.

A partir da robotização, que garante a inteligência dos sistemas, é viável ainda ter informações mais concretas sobre os problemas e as incompatibilidades do processo produtivo. E assim, fica mais fácil mensurar a perda e o descarte de produtos, além de identificar os que exigem retrabalho devido às falhas, o que minimiza gastos.

Nas economias onde o investimento em robótica ainda está um pouco atrasado, como é o caso do Brasil e da maioria dos países da América, a pesquisa da Boston Consulting Group prevê uma queda de competitividade. No entanto, um relatório da Technavio Research mostra que o mercado de máquinas inteligentes está crescendo, e os analistas prevêem que esse mercado cresça a uma taxa composta de crescimento anual de 15% entre 2016 e 2020.

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